domingo, 21 de junho de 2009

O Universo é um gigantesco e mostruoso Vampiro/ Estudo-1/Saudações

Poder, Gloria, Verdade, palavras q para serem verdadeiramente compreendidas, além d pensadas, precisam tambem ser sentidas. O Vampiro sabe o verdadeiro valor q possuem estas palavras; -sabe porq eles as senti percorrendo a todo o momento em suas morbidas veias. O que passarei a relatar aqui ñ passa d mais uma lenda a ser contada, um mito alimentado de geração em geração, um vento sutil q insiste em soprar! -Tentarei descrever a historia das criaturas sensiveis a luz; os prisioneiros da maldição de beber sangue vivo; as pobres crianças esquecidas pelo céu e expulsas do inferno; os donos da noite; os Vampiros!!!

Os Vampiros são seres tão obcecados pela escuridão de seu propio ser, que sua imagem "foge" da frente de qualqer espelho. O propio espelho é o simbolo do Vampiro! -Em sua esência, os Vampiros são seres fragís, escravos de uma maldição eterna, seguidores de habitos tão tradicionais quanto aqueles que eles negam, vitimas de um destino tragico e cruel. -Porem, aqueles que decidem (anti)sobreviver se aprofundando cada vêz mais em suas Trevas-Interiores, acabam por despertar os mesmo potenciais daqueles que decidem vivêr na Luz. -Aqui esta a Gloria do Vampiro!!!

O Vampirismo existe, e é um fenómeno natural e necessário para a manutenção do universo. -Todos nós, assim também como todas as coisas que nos cercam, esta em constante processo de vampirização.-Tudo !!! -Absolutamente tudo !!!-para continuar existindo depende de uma certa quantia de energia que é drenada de um outro ser; isso é o que podemos chamar de vampirismo da natureza, ou reciclagem das energias do Kosmo. -Neste caso todos drenam e deixam ser drenados.-Aqui esta a Verdade do Vampiro!!! O Vampiro do imaginario popular nada mais é que a APLICAÇÃO CONSCIENTE da lei de Vampirização da Natureza; o que vai diferenciar o Verdadeiro Vampiro de um mortal, é que este ultimo vampiriza a nivel inconsciente e sempre deixa ser drenado, já o Verdadeiro Vampiro vampiriza a nivel consciente(com seu poder da vontade) e nunca deixa ser drenado( salvo quando estar formando uma "cria").Todo o trabalho da Iniciação na pratica do Vampirismo pode ser resumido ao simples ato de trazêr para o consciênte este poder que já é presente no interior da Psique.-Aqui esta o Poder do Vampiro!!! -Porem ñ é facíl concluir essa jornada; nem tão pouco recomendo para qualquer pessoa, muitos sucumbiram as suas Trevas-Interiores; principalmente vivendo nesta era simplista e "racional" onde qualquer habito ou comportamento diferente do cotidiano é logo reprimido e exterminado!!!

Não se sabe dizer, quando, e nem porq, surgiu a lenda dos Vampiros. Sabemos q da Africa à Europa, dos nativos da america à Asia, foi encontrado registros do fenomêno do Vampirismo; Todas as civilizações, mesmo civilizações q nunca tiveram contato cm outras culturas, travaram um contato com este mesmo fenomêno, tenha sido este, um contato real ou ficticio.Desde a Suméria, a mais antiga civilização registrada pela historia, o mito do Vampiro já é presente na mente coletiva; o q nós leva a creer q este mito teve origem antes mesmo desta civilização. Acredito q historias de casos q envolve o vampirismo é facilmente encontrado na Web, por isso, vou tentar me restringuir apenas a parte pratica.



"A ciência moderna avançou tanto que atingiu o limiar do ocultismo. Sabemos hoje em dia que aparência material das coisas é pura aparência; que a solidez das substâncias físicas é uma ilusão dos nossos sentidos. Um bloco de granito é um conjunto de partículas elétricas de diferentes cargas, movendo-se em órbitas complexas em volta de umas das outras: se fossem possível anular o sistema de forças que as mantém separadas, as partículas do bloco de granito poderiam ser comprimidas em um volume menor que o da cabeça de um alfinete (conservando, é claro, o mesmo peso). Uma parede de aço impenetrável não é, realmente, impenetrável: se pudéssemos neutralizar a carga de nossos corpos, passaríamos através do aço com a mesma facilidade com que a água escorre através dos buracos de uma peneira. Nossos próprios corpos não são mais que universos em miniatura. As partículas de que se compõe nossa vida estão enfeixadas num sistema de órbitas incrivelmente complexo que nadam num campo emocional, do plano mental, do plano elétrico. Tudo isso nada mais é que campos de energia vibrando em velocidades diversas, todos se interpenetrando e se concentrando em focos infinitesimais que, para os nossos sentidos grosseiros, aparecem como a carne “sólida” de que somos compostos. O assim-chamado materialismo científico nunca existiu. Não há diferença entre a matéria e a energia, e aquilo a que chamamos “morte” é apenas uma modificação do infinito oceano da vida. Nesse aspecto invisível das coisas (invisíveis para os nossos sentidos), por enquanto difícil de pesquisar até para os nossos mais preciosos instrumentos científicos, ocorrem continuamente fenômenos de que não nos tornamos imediatamente conscientes, mas que no entanto podem produzir ecos naquilo que convencionamos chamar de “matéria”. Há seres compostos de energia mais sutil que aquela que impressiona as nossas mentes através dos sentidos físicos: seres que deslizam numa gama vibratória tal como peixes nadam no oceano. Há, também, homens e mulheres cujas mentes foram especialmente treinadas, ou que possuem de nascença uma aptidão especial para entrar nesse oceano invisível de energia de uma maneira análoga àquela em que um mergulhador imita os peixes no mar físico. E há também ocasiões em que, assim como no mar físico um maremoto ocorre, ou um dique sobrecarregado arrebenta, as energias sutis invadem nossa consciência e impregnam, inundam nossas vidas. Normalmente, isto não acontece. A nossa própria incapacidade de perceber essas forças sutis nos protege contra elas; mas a proporção de seres humanos sensíveis a elas está aumentando..."


"o vampirismo é um fenômeno que se manifesta com diversos graus de gravidade. T odos estamos familiarizados com a experiência de que a aura de determinadas pessoas nos exaure de energia; e diga-se de passagem que mesmo esta ocorrência tão corriqueira não é invariável. Por exemplo, uma pessoa nossa amiga pode, em determinada ocasião, estar deprimida ou magicamente enfraquecida, e em tal ocasião tenderá a absorver nossa energia enquanto em outra ocasião talvez se dê justamente o contrário, e nós absorvemos a sua. Este tipo de intercâmbio magnético deve ser considerado normal. Faz parte das flutuações normais das forças vitais da sociedade humana. T ambém, uma pessoa que sofreu um esgotamento nervoso, ou que está se recuperando de uma grave moléstia pode ocasionalmente estar tão enfraquecida que absorve o prana de outras pessoas, como de animais e plantas. (As plantas principalmente, são extremamente sensitivas ao intercâmbio da energia vital, e tanto são capazes de fornecê-la quanto de absorvê-la. Daí dependendo de nosso temperamento, a influência vitalizante de florestas e bosques, ou a influência deprimente das regiões pantanosas e insalubres.) T ais, casos, se bem que tecnicamente caiam na definição de vampirismo, não chegam a ser patológicos no sentido exato da palavra. O verdadeiro vampirismo consiste na absorção proposital de energia vital de seres humanos para prolongar a existência de entidades que, sem este parasitismo, se dissolveriam e morreriam como parte do processo evolutivo normal. A idéia de que o vampiro pode assumir diversas formas animais é fruto da experiência de séculos. É claro que um corpo astral pode assumir as mais variadas formas, e o que é preciso compreender é que o vampiro é uma manifestação astral. A ingênua crendice popular pensa que as formas que o vampiro assume são sempre desagradáveis: morcegos, lobos, etc. Mas um vampiro que assumisse formas que desagradam ou atemorizam a massa da humanidade pouco duraria; como diz o ditado; não é com vinagre que se apanha moscas! Pelo contrário, vampiros sempre assumem formas que possam fascinar as emoções de suas vítimas, buscando formar um laço de empatia com estas. Esta empatia pode ser sexual, religiosa, ou puramente afetiva; uma vez formado o laço, o vampiro pode drenar a vitalidade dos que caíram sob seu fascínio." (Trechos do livro "Ataque e Defesa Astral")




Do Original em, inglês da Temple of the Vampire
Traduzido por Frater Oz


O Credo do Vampiro

Eu sou um Vampiro. Eu adoro o meu ego e eu adoro minha vida, pois sou o único Deus que existe. Eu tenho orgulho de ser um animal predador e eu honro meus instintos animais. Eu exalto minha mente racional e não acredito que isso seja um desafio da razão. Eu reconheço a diferença entre o mundo real e a fantasia. Eu reconheço a fato de que a sobrevivência é a lei mais forte. Eu reconheço que os Poderes da Escuridão escondem leis naturais através das quais eu posso fazer minha magia. Eu sei que minhas crenças no ritual são uma fantasia, mas a magia é real e eu respeito e reconheço os resultados da minha magia. Eu percebo que não há céu como não há inferno e vejo a morte como destruidora da vida. Portanto eu tirarei o máximo proveito da vida aqui e agora. Eu sou um Vampiro. Curve-se diante de mim.



ps:ao longo dos posts trarei ferramentas para a pratica do vampyrismo, alguns rituais, exercicios e informação sobre a subcultura Vampyrica. Duvidas, ou qualquer outra coisa sobre vampirismo q vc queira vêr aqi no blog, é só me dá um toque q farei o possível para ajudar.